Quantas vezes nos escondemos atrás de sorrisos forçados para evitar que as pessoas percebam o quanto estamos mal?

Temos vergonha de falar que estamos tristes, com medo, chateados, com raiva ou com qualquer outra emoção considerada “negativa”. Aos poucos, vamos nos tornando tão bons em esconder nossos sentimentos dos outros, que acabamos os escondendo de nós mesmos. Passamos a nos sentir mal e ansiosos e não entendemos o que está por trás disso. Esquecemos de que somos tudo o que se passa conosco, e não somente as coisas que consideramos positivas. Aquela tristeza? Sou eu. Aquela raiva? Sou eu também. Só assim podemos nos reconectar com os sentimentos e sermos mais compreensivos com nós mesmos.

Além disso, aprendemos a ser mais tolerantes com os outros. Eles também são tristeza e raiva, eles também são vergonha e medo, por mais que ninguém, talvez nem eles mesmo, saibam.

Está tudo bem ficar triste e chorar. Ficar com raiva e ter vontade de gritar. Ficar com medo e precisar de alguém do lado. Está tudo bem deixar os outros perceberem que você não está bem e que eles não precisam se sentir desconfortáveis por isso.

Não estar bem não te faz ser fraco. Não te faz ser menos do que os outros.

É necessário MUITA coragem para olhar para si mesmo nos momentos em que se está mal e se permitir sentir isso. Se permitir chorar, ficar sozinho ou pedir colo. Se cuidar. Estar mal é uma oportunidade maravilhosa para olhar para si mesmo e se dar um pouco de carinho e atenção.

Não importa porque você está mal. É humano e natural sentir todas as emoções e ser afetado pelas coisas que acontecem conosco. Use esse tempo para se cuida e observar de que forma você (não os outros, VOCÊ) é responsável por aquilo que está sentindo.

Fonte: https://www.liberipsicologia.com.br/single-post/2018/06/07/Tudo-bem-não-estar-tudo-bem

 

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